Descubra as relações entre Resiliência, Raiva e Tristeza

resiliência, raiva e tristeza

Resiliência, raiva e tristeza – Quando estamos enfrentando uma situação com forte desgaste ou algum momento de enfrentamento em nossas vidas, temos a tendência de levar nossos comportamentos para dois tipos de sentimentos e emoções.

Ou seja, diante de uma adversidade é comum encontrar pessoas com atitudes extremadas ou exageradas na raiva ou em seu oposto, a tristeza.

Antes de falar sobre as relações que podemos fazer entre as emoções da RAIVA e TRISTEZA, com a resiliência, é muito importante ressaltar que resiliência não é um traço da personalidade de uma pessoa.

Já publicamos em outros textos, esclarecendo que resiliência é baseada na expressão de comportamentos.

Portanto, é importante entender que resiliência é uma habilidade de pessoas que treinam diferentes formas de processar as informações que estão ocorrendo no momento ou ambiente estressante.

Trata-se de uma característica cognitiva, e que se expressa por meio dos nossos comportamentos. Por isso, dentro do Coaching em Resiliência dizemos que existe um comportamento resiliente quando estamos em uma determinada situação desafiadora.

Ou seja, não está relacionado com a personalidade de uma pessoa.

Relações entre Resiliência, Raiva e Tristeza

A primeira observação que podemos fazer é de que: Quando observamos os momentos onde é preciso ter resiliência, ou seja, nas situações em que precisamos superar um desafio, podemos notar que algumas pessoas têm os comportamentos e atitudes expressados com tendências exageradas para os sentimentos de raiva ou para tristeza.

resiliência, raiva e tristeza

Existem aqueles que diante de um forte estresse, tendem a ficar passivos demais e colocam a tristeza de forma carregada nessa situação. E provavelmente, você também conhece algumas pessoas com “pavio curto” que colocam a raiva de forma extremada quando também estão enfrentando um momento turbulento.

Inclusive são essas duas emoções que vão dar o contexto necessário para que outras emoções sem manifestem.

Uma segunda característica que se pode estabelecer, é que essas duas emoções possuem e trazem a possibilidade de encapsular ou aprisionar o leque emocional e os sentimentos de uma determinada pessoa.

Por tanto, dentro desse exemplo, essa pessoa pode se tornar prisioneira da raiva ou da tristeza, e dessa forma comprometer também a expressão de outras emoções.

Até mesmo, podemos dizer que seus comportamentos podem ficar empobrecidos ou torna-se uma pessoa previsível, porque ela irá agir de modo muito modulado por sentimentos com muita raiva ou demasiada tristeza.

Com isso, esse aprisionamento das emoções, leva uma pessoa a deixar de experimentar e vivenciar em suas atitudes, outras emoções positivas como: alegria, encantamento, gratidão e até mesmo a felicidade.

Lembre-se de que o equilíbrio dentro dessas emoções e das crenças que estão envolvidas em nosso processo de pensar, será a chave para uma resiliência expressada de uma forma saudável e robusta.

resiliência, raiva e tristeza

Queremos abrir a sua visão no sentido de que um bom comportamento de resiliência traz uma carga adequada de tristeza, quando necessário, ou uma ação adequada de raiva quando também se faz necessidade de uma atitude mais rude.

Enfrentamos diversos tipos de adversidades e desafios ao longo de nossas vidas, a resiliência está no equilíbrio e flexibilidade entre essas duas emoções.

Para fechar, podemos dizer que analisar o ambiente com cautela e entender que tipo de comportamento se faz necessário para uma determinada situação, será o caminho para exercitar e fortalecer a sua resiliência.

O profissional de Coaching em Resiliência é capacitado para ser um especialista em promover recursos de como podemos trabalhar esse equilíbrio dentro das principais áreas da vida que promovem forte resiliência.

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Prof. George Barbosa

Graduação em Pedagogia, em Psicologia, Mestrado, Doutorado com ênfase em Psicossomática na PUC de São Paulo. Diretor Científico e Membro pesquisador da Sociedade Brasileira de Resiliência (SOBRARE) e professor da Fundação Vanzolini (USP) e facilitador do Núcleo de Estudos em resiliência da Assoc. Bras. de Recursos Humanos (ABRH-SP). Coach certificado nas modalidades de Coaching Cognitivo de vida, Neurocoaching, Coaching Ontológico e organizador do Coaching em Resiliência (CCR). Associado PCC, MENTOR COAH e Conselheiro na Diretoria da International Coach Federation (ICF) – Capítulo Brasil, Acreditado na International Society for Coaching Psychology – MISCP e ao National Wellness Institute (NWI) e Pós-doutorando em Coaching Psychology e Resiliência (UNIRIO).

Comments

  1. Evanuzia Maclene Dutra Vidal: agosto 29, 2017 at 8:58 pm

    George, as suas palestras são fantasticas, você passa muita segurança e domínio do assunto .

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